
Eu pensei que o amor eram palavras bonitas, um beijo na chuva, uma mão para segurar em um domingo á tarde. Pensei que amor era ter alguém para abraçar no frio, rir juntos de piadas sem graça, dividir o mesmo chocolate e roubar um beijo ao meio de uma briga. Pensei que amar alguém significava já sentir saudade após o beijo de tchau, se derreter quando a pessoa amada sorri encolhendo os olhos e ficar horas a admirando dormir. Pensei que era algo simples que se resumia em um coração desparado, mãos suadas e borboletas circulando pelo corpo inteiro. Sinceramente, pensei que o amor era uma música que me fazia lembrar de alguém e uma foto amassada com um casal de mãos dadas. Eu pensei demais até descobrir que eu nunca soube o que é o amor, que eu nasci poeta e não aprendi amar. O amor é o desconhecido que eu invento todos os dias de uma forma contraditória para ter sobre o que escrever e para não precisar sentir... nunca.
2 comentários:
que lindo!! parabéns pelos textos, Deus abençõe!
Que texto lindo *-*
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